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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Esperando ela

Oi, o que vocês está para ler é uma história real. Não é assustadora, esta mais para reconfortante.A avó da minha mãe tinha sido levada para o hospital e estava muito doente. Ela ficou na unidade de tratamento intensivo (UTI) por quase um mês antes de morrer. Havia uma sala privativa onde a família podia ficar, enquanto se revezavam de um em um para ir ficar com a minha bisavó por um tempo. Enquanto ficava alguém com ela, ela geralmente ficava olhando para o pé da cama, como se tivesse alguém lá... mas não tinha ninguém (que nós pudéssemos ver!)Em um dia, um dos netos dela veio de longe ver ela, já que a hora dela estava quase chegando. Ele ficou na sala de espera com os outros e conhecia todo mundo lá, exceto uma pessoa. Era um senhor que ele não reconheceu. Mais tarde naquela noite, ele perguntou para o pai dele sobre o homem sentado na poltrona, mas o pai dele falou que não tinha ninguém sentado lá. Não tinha nenhum senhor de idade lá. Ele perguntou como ele era e o filho dele descreveu o homem. O homem era o avô da minha mãe, que havia morrido anos antes e estava esperando a mulher dele se juntar a ele. Ele veio levar ela para casa.

Uma paz inexplicável

Olá, o meu nome é Diana, sou de Portugal e tenho 33 anos.Aconteceu comigo um episodio que nunca mais vou esquecer. Mas foi algo de maravilhoso...Houve um dia em que eu estava num "dia não", ou seja daqueles dias em que nos sentimos bastante deprimidos e meio desorientados, e eu estava assim nesse dia. Nesse dia a meio da tarde estava de carro com um amigo meu, com quem eu muitas vezes falo quando estou embaixo, e então ele pediu-me para passar na sede do bairro de onde ele mora somente para ir buscar algo ou falar com não sei quem...(não me lembro bem). Só sei que enquanto eu estava á espera dele no carro, aconteceu um facto muito interessante a mim, que foi o seguinte. Eu estava dentro do carro a senti-me muito triste e comecei a chorar um pouco, pois estava nervosa e triste. Então, enquanto eu chorava, senti que algo tocou muito de leve no meu ombro direito e eu não me assustei nada (como poderia ter acontecido). Em vez de me assustar comecei a sentir uma paz...uma calma...uma sensação de muita calma. Eu olhei para trás com a idéia no meu subconsciente de ver alguém ali, mas eu sabia que só eu estava no carro (pelo menos só eu viva). A conclusão que tiro com este relato é que deve ter sido ou o meu anjo da guarda, ou Deus, ou talvez o espírito de alguém muito querido para mim que me deu paz naquele momento. Isto aconteceu há mais ou menos uns 5 ou 6 anos atrás.