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domingo, 9 de maio de 2010

APARIÇÕES NO APARTAMENTO

Cresci ouvindo histórias sobre fantasmas, lobisomens e afins...todas contadas pelos meus avós que juravam ter vivenciado algumas delas.
Em dezembro de 2009 fui passar as festas de fim de ano na casa da minha irmã em São Paulo.

Ela se mudou para este apartamento há cerca de 2 anos e sempre reclamou dos barulhos estranhos no andar de cima, como: cadeiras sendo arrastadas, passos fortes por toda a casa, bola batendo no chão e outros sons parecidos com moedas ou bolas de gude se espalhando pelo chão.

Ela sempre se queixou da falta de civilidade dos vizinhos e jamais (eu disse JAMAIS) pensamos em algo sobrenatural.
No terceiro dia em que dormi em sua casa, eu acordei por volta das 3 da manhã ouvindo algo batendo no chão, bem acima do quarto onde dormíamos.

Perguntei a ela se os moradores do apartamento de cima tinham crianças e ela disse que não. E que também não entende como eles podem fazer tanto barulho durante a noite.

Uma noite, eu estava dormindo na beirada da cama e minha irmã no canto, de costas uma para a outra.

Eu senti alguém bater levemente no meu ombro, como se fosse com dois dedos.

Me virei para perguntar o que ela queria, mas ela estava de costas para mim e dormindo. Fiquei intrigada, mas logo adormeci.
Algumas horas depois acordei e quase morri do coração ao me virar e ver um homem ajoelhado sobre a cama, próximo às pernas da minha irmã.

Ele era negro, usava calça preta e blusa azul escura, e tinha algo como um pano dobrado, cinza com o qual ele cobria o rosto, mas estava virado de frente para mim. Eu não conseguia me mexer, nem chamar minha irmã, que dormia...

Notei que no chão, perto do rádio relógio havia uma sombra, como alguém de joelhos no chão.

Aos poucos essa sombra tomou forma do que parecia ser uma senhora bem idosa, de costas para mim, olhando fixamente para o rádio relógio e com a cabeça coberta por um véu de renda preto.

Meu sangue gelou. Acho que isso durou alguns segundos, mas pareceu uma eternidade...só consegui me mexer quando as imagens desapareceram como fumaça no ar.

O estranho é que eu ainda via a claridade vinda do rádio relógio mas não conseguia enxegar as horas, era como se houvesse ainda algo cobrindo os números no visor.

Achei que tivesse havido queda de energia e ele tivesse ficado no zero.

Fiz uma oração e dormi novamente.

O SÍTIO EM ARARAS

Meu irmão mora no interior de São Paulo na cidade de Araras (Coordenadas GPS: 22°21'27.84"S, 47°23'5.81"O), e na época como era feriado de páscoa ele alugou um sítio com piscina, campo de futebol e chamou toda nossa galera aqui de São Paulo para irmos até lá e aproveitar o feriado.


T odos nós fomos para o sítio. Ao todo éramos 15 pessoas mais as pessoas que meu irmão havia convidado lá da cidade para a bagunça. Sei que rolou muita bebida, zueira. A galera ficou bêbada e foi uma bagunça enorme.

O sítio era muito bonito, sendo que a parte da frente era toda gramada onde tinha logo depois da entrada um campo de futebol, depois havia um cercado de mato e logo em seguida a grande piscina e a casa ficava logo atrás de tudo e atrás da casa havia uma cerca e depois desta cerca só se via mato era praticamente uma mata fechada.
No 3º dia de estadia no sítio comecei a me sentir mal, incomodada pois era muita bebida que tava rolando e eu comecei a me preocupar e sentir uma sensação estranha.

Na noite do 3º dia o pessoal decidiu ir para o centro da cidade em algum bar ou balada pra ver um movimento.

Eu e mais 4 amigas e 2 amigos decidimos ficar por lá, pois estávamos cansados e eu com uma sensação estranha.

Lembro que me deitei na sala de estar onde tinha uma porta de entrada do sítio e uma porta lateral branca de ferro com vidros que dava para a garagem do sítio. Me deitei em um sofá ao lado de uma amiga minha e acabamos pegando no sono.

Tive então um pesadelo horrível. Acordei assustada e minha amiga ainda reclamou que eu estava me mexendo muito e foi para a cama. O estranho foi que mesmo acordada o pesadelo continuou.
No pesadelo todos estavam tramando matar uns aos outros, e eu mesma sentia o impulso de pegar uma faca e esfaquiar as pessoas que lá estavam, sendo qeu as pessoas tinham a mesma sensação e vontade que eu tinha.

Sei que isso me desesperou porque mesmo depois que acordei e minha amiga foi para a cama continuei com essa sensação e via as imagens das pessoas se atacando, era sangue, gritaria, nossa horrível.

Foi quando sentei no sofá. Era mais de 2:00' da manhã e todos estavam dormindo em colchões que estavam dispostos no chão, e me lembro como se fosse hoje que nesse momento, quando olhei para a porta lateral que dava para a garagem, vi 2 figuras tipo essas figuras de camdomblé: um homem forte negro com uma saia branca e algo cobrindo o rosto que pareceia um cortininha de pedrinhas e com um cajado na mão e uma mulher com um traje bem parecido.
lEles me olharam e riram como se gargalhassem, mas eu não ouvia o som, só via os gestos. Saí dali correndo e me juntei à minha amiga que estava dormindo no quarto.

Logo a acordei e contei o que eu tinha visto. Ela me disse que não havia visto nada mas que também sentiu uma sensação parecida com a minha, de tragédia e coisas ruins.

Então no dia seguinte aproveitamos uma carona de um de nossos amigos que estavam indo embora e fomos juntas.

Antes alertei meu irmão sobre a bagunça e sobre meu pressentimento, sendo que ele acabou entregando a chave do sítio antes do combinado, e disse que não alugaria mais aquele local pra gente ficar, pois também sentiu muitas coisas estranhas ali.

Até hoje me pergunto se a bebida, o clima da festa e a bagunça é que foram os responsáveis por atrairo aquelas coisas estranhas e aparentemente ruins para aquele local, e se teria o meu irmão e os outros que lá estavam sentido o mesmo sentimento de morte que eu e minha amiga com relação ao desejo de machucar as pessoas!
São perguntas que jamais terei resposta, mas acredito que muita bebida e coisas mundanas chamam sim energias negativas que estão a espreita esperando um vacilo para nos dominar.

O MENINO NEGRINHO

Era o ano de 2006 e eu morava no litoral nordestino.


Na caixa do ar condicionado do meu apartamento alguns passarinhos haviam entrado e fizeram ninho.

No início achava bonito ouvir o barulho dos passarinhos lá cantando, então eu e meu esposo resolvemos deixá-los lá, afinal não usávamos o ar condicionado porque morávamos em frente a praia e o vento era constante e era gostoso ouvir os passarinhos cantando lá dentro.
Porém, um certo dia, eu e meu esposo nos deitamos e eu senti que algo na cama estava se movimentando, andando pelo nosso corpo, tipo aquela sensação quando passamos por uma teia de aranha sem querer e ela gruda na gente, era esta a sensação porém acompanhada de uma coceira irritante. Me levante e nada vi, acabei deixando para lá.

Na noite seguinte eu eu meu esposo nos deitamos na cama e novamente aquela sensação de algo andando em nós e a coceirinha junto, ai eu me sentei na cama e olhei para ver se tinha algo e para minha surpresa vi uma trilha como de formigas bem pequeneninhas que saíam da caixa do ar condicionado e seguia até a nossa cama, ou seja o ninho de passarinhos que estava na caixa de ar condicionado deu piolhos, daqueles bem miúdinhos e eles estavam saindo e indo para nossa cama pois esta ficava encostada na parede da caixa de ar condicionado.
Eu e meu esposo nos levantamos correndo da cama, se tratava de um batalhão de piolhos que estavam subindo pelo nosso corpo, até nos cabelos, e virilhas e por isso estávamos nos coçando direto, corremos para o banheiro e tomamos um banho de álcool para matar os piolhos e chamamos o porteiro que se encarregou de remover o ninho de passarinhos cheio de piolhos.

Tive que passar alcóol na casa toda, lavar todas as roupas, principalmente as roupas de cama.
Os dias se passaram, mas eu ainda continuava com aquela sensação de que algo subia pelo meu corpo e ficava me coçando toda. A proprietária do apartamento me garantiu que o colchão foi limpo porque ela colocou no sol e o sol mata possíveis insetos, mas mesmo assim aquela sensação me acompanhava de que algo subia no meu corpo e eu ficava me coçando parecia que eu ia enlouquecer com aquilo, meu esposo não sentia nada somente eu.
Comecei a pensar acho que deve ser alguma energia negativa que desencadeou isso e liguei para minha tia que é mãe de santo, uma excelente espírita e contei a ela o que estava me acontecendo sobre aquelas sensações.

Ela me ouviu com atenção e nada disse, somente falou que aquilo iria passar que eu ficasse calma era só sensação mesmo. E naquele mesmo dia que falei com ela, a noite fui dormir e lá veio aquela sensação de que algo subia pelo meu corpo e aquela coceira irritante e enlouquecedora.
Mesmo assim consegui pegar no sono, sendo que nessa noite tive um sonho bem curioso.

Sonhei que eu me via deitada, no meu sonho eu estava dormindo.

Haviam outras pessoas dentro do quarto onde eu dormia. De repente entrou alguém pela porta e eu acordava e quando ia olhar na direção da porta que estava atrás de mim para ver quem entrou no quarto eu nem olhei direito, só consegui ver o vulto, mas estava escuro e vi que se tratava de uma criança bem pretinha e quando ela viu que eu iria olhar completamente para trás ele me disse assim:

"Não me olhe! É melhor que você não me veja!

Continue deitada, que eu vim aqui ajudar você! Vire de lado, fique de costas para mim, mas não olhe para mim!".
No sonho eu obedecia ao comando daquela criança pretinha. Pela voz e pela forma que vi de relance se tratava de um menino bem negrinho, e conforme ele me pediu não tentei olhar para seu rosto e me deitei novamente com as costas virada para ele. E no sonho sentia, aquelas mãozinhas minúsculas de criança massagearem minhas costas, e na altura do cóxix pressionava mais forte porém muito delicado com aquelas mãozinhas de criança.
Depois de um certo tempo acordei, e ainda estava com aquela sensação de que alguém havia tocado minhas costas. A sensação era tão forte que ainda podia sentir a leveza daquelas mãozinhas que massagearam profundamente meu cóxix. E daquele dia em diante nunca mais senti a sensação de que algo me subia e andava pelo meu corpo e as coceiras irritantes. Nunca mais mesmo!
Acredito que realmente foi alguma energia negativa que estava de alguma forma querendo me perturbar e aquele espírito, materializado em um menino negrinho veio me ajudar daquele forma bem singela, e depois em prece, agradeci a ele mentalmente por ter me ajudado.